Contas da luz pagam mais subsídios do que gasto de energia
Por cada euro pago na factura eléctrica de cada um dos cinco milhões de consumidores domésticos, 31 cêntimos destinam-se a pagar a energia consumida e o seu fornecimento, 27 cêntimos vão para o uso de redes e gestão do sistema e 42 cêntimos servem para custear um bolo crescente de subsídios a várias entidades (...) [incluindo a] Produção em Regime Especial (PRE) [onde entra] a energia eólica (3,3 cêntimos) [mas também energias fósseis como] a cogeração não renovável (gás natural) [1,62 cêntimos] e 0,69 cêntimos para a cogeração renovável (biomassa). Os subsídios à energia fotovoltaica, cujas tarifas são significativamente mais elevadas, pesam ainda assim 0,06 cêntimos no total, devido a continuarem a ser uma produção residual. O resto dos 0,83 cêntimos distribui-se por um pequeno grupo de renováveis, ainda mais residuais. Seguem-se 2,48 cêntimos de subsídios à EDP Produção para as suas barragens, e centrais a carvão e fuel, pagos a título dos chamados Custos de Manutenção de Equilíbrio Contratual (CMEC), a figura regulatória criada no governo de Durão Barroso, quando Carlos Tavares estava à frente do Ministério da Economia. Já a Tejo Energia, com a central a carvão do Pego, e a Turbogás, com a sua central a gás natural da Tapada do Outeiro, optaram por se manter num regime de CAE [Contratos de Aquisição de Energia]. Para estes vão mais dois cêntimos. (...) Os 31 cêntimos que restam destinam-se a pagar as rendas da EDP aos municípios, os sobrecustos com a convergência tarifária das regiões autónomas da Madeira e Açores e outras acções tão diversas como a gestão das faixas de combustível e os próprios terrenos das centrais eléctricas.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
MIT researchers print solar cell on paper
Scientists at the Massachusetts Institute of Technology have successfully coated paper with a solar cell (...) using a process similar to an inkjet printer, [it] is a promising way to lower the weight of solar panels. (...) The materials MIT researchers used are carbon-based dyes and the cells are about 1.5 percent to 2 percent efficient at converting sunlight to electricity.(...) [These new paper solar cells] are still in the research phase and are years from being commercialized. (...) MIT professor Karen Gleason headed the research and has submitted a paper for scientific review but it has not yet been published.
[In the meantime,] Susan Hockfield, MIT's president, and Paolo Scaroni, CEO of Italian oil company Eni, on Tuesday officially dedicated the Eni-MIT Solar Frontiers Research Center. Eni invested $5 million into the center, which is also receiving a $2 million National Science Foundation grant, said Vladimir Bulovic, the center's director
Scientists at the Massachusetts Institute of Technology have successfully coated paper with a solar cell (...) using a process similar to an inkjet printer, [it] is a promising way to lower the weight of solar panels. (...) The materials MIT researchers used are carbon-based dyes and the cells are about 1.5 percent to 2 percent efficient at converting sunlight to electricity.(...) [These new paper solar cells] are still in the research phase and are years from being commercialized. (...) MIT professor Karen Gleason headed the research and has submitted a paper for scientific review but it has not yet been published.
[In the meantime,] Susan Hockfield, MIT's president, and Paolo Scaroni, CEO of Italian oil company Eni, on Tuesday officially dedicated the Eni-MIT Solar Frontiers Research Center. Eni invested $5 million into the center, which is also receiving a $2 million National Science Foundation grant, said Vladimir Bulovic, the center's director
quarta-feira, 5 de maio de 2010
[Jornal A União] Projecto Green Islands promove ciclo de sessões
O Projecto Green Islands, enquadrado no Programa MIT-Portugal e coordenado pela ARENA – Agência Regional de Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores, está a promover um ciclo de sessões de trabalho onde a temática das energias renováveis irá ser desenvolvida por académicos e representantes da indústria.
O Projecto Green Islands, enquadrado no Programa MIT-Portugal e coordenado pela ARENA – Agência Regional de Energia e Ambiente da Região Autónoma dos Açores, está a promover um ciclo de sessões de trabalho onde a temática das energias renováveis irá ser desenvolvida por académicos e representantes da indústria.
Crystalsol to Try to Commercialize CTZSS
Crystalsol, a startup from Estonia, will try to commercially release copper tin zinc sulfur and selenium (CZTSS) solar cells in a few years, says Badegruber, the company's managing director. (...) The company's CZTSS cells can be printed on a flexible substrate. Thus, Crystalsol will aim to get the material incorporated into membrane roofing and other building products.(...) Crystalsol's experimental cells only exhibit around a 6-percent efficiency; the company hopes to get to 11 percent. CIGS companies now produce commercial cells in the 10-percent-plus efficiency range.
Crystalsol, a startup from Estonia, will try to commercially release copper tin zinc sulfur and selenium (CZTSS) solar cells in a few years, says Badegruber, the company's managing director. (...) The company's CZTSS cells can be printed on a flexible substrate. Thus, Crystalsol will aim to get the material incorporated into membrane roofing and other building products.(...) Crystalsol's experimental cells only exhibit around a 6-percent efficiency; the company hopes to get to 11 percent. CIGS companies now produce commercial cells in the 10-percent-plus efficiency range.
Novos projectos solares representam 150 milhões de investimento público
O Governo aprovou recentemente 15 novos projectos para centrais de energia solar. Os pedidos de informação prévia (PIP) atribuídos, num total de 34,5 MW, estão repartidos em energia fotovoltaica de concentração (CPV) e energia termoelétrica (CSP), (...) [com] um investimento público de cerca de 150 milhões de euros, feito através da via tarifária.
[Alguns dos projectos:]
- a Self Energy vai instalar em Odelouca, Silves, uma central com capacidade de 1 MW baseada na tecnologia de discos solares (...) a implantação decorrerá por fases, após análise do comportamento dos dois primeiros protótipos, de 20 KW cada um.(...) A calendarização prevista pela Self Energy prevê que a instalação dos 50 discos solares se prolongue até 2011.
- a parceria Fomentinvest/Abengoa pretende instalar em Moura uma central de concentração solar com tecnologia de torre. O projecto, com uma potência total prevista de 4MW, terá uma torre central, 200 heliostatos e um sistema de armazenamento térmico de uma hora.
- em Faro, a Dalkia escolheu a tecnologia do Fresnel Linear, que permite concentrar a radiação em receptor tubular, produzindo vapor directamente para produção eléctrica.
Além destas três tecnologias de CSP, o Governo apostou também no cilindro parabólico. A Energena e a Martifer Energia são os dois promotores de projectos neste domínio, com 4MW previstos em cada um. A Ramada Holdings, a Hyperion Energy e a Bragalux são promotores de centrais com a tecnologia de pratos solares, em paralelo com a Self Energy. Na tecnologia de Torre Solar, a Efacec tem também um PIP atribuído, enquanto a Tom tem previsto uma central de Fresnel Linear. Na tecnologia de CPV, a Reciclamas, a Sapec, a Tecneira, a LUZ.ON e a Glintt foram os promotores escolhidos.
O Governo aprovou recentemente 15 novos projectos para centrais de energia solar. Os pedidos de informação prévia (PIP) atribuídos, num total de 34,5 MW, estão repartidos em energia fotovoltaica de concentração (CPV) e energia termoelétrica (CSP), (...) [com] um investimento público de cerca de 150 milhões de euros, feito através da via tarifária.
[Alguns dos projectos:]
- a Self Energy vai instalar em Odelouca, Silves, uma central com capacidade de 1 MW baseada na tecnologia de discos solares (...) a implantação decorrerá por fases, após análise do comportamento dos dois primeiros protótipos, de 20 KW cada um.(...) A calendarização prevista pela Self Energy prevê que a instalação dos 50 discos solares se prolongue até 2011.
- a parceria Fomentinvest/Abengoa pretende instalar em Moura uma central de concentração solar com tecnologia de torre. O projecto, com uma potência total prevista de 4MW, terá uma torre central, 200 heliostatos e um sistema de armazenamento térmico de uma hora.
- em Faro, a Dalkia escolheu a tecnologia do Fresnel Linear, que permite concentrar a radiação em receptor tubular, produzindo vapor directamente para produção eléctrica.
Além destas três tecnologias de CSP, o Governo apostou também no cilindro parabólico. A Energena e a Martifer Energia são os dois promotores de projectos neste domínio, com 4MW previstos em cada um. A Ramada Holdings, a Hyperion Energy e a Bragalux são promotores de centrais com a tecnologia de pratos solares, em paralelo com a Self Energy. Na tecnologia de Torre Solar, a Efacec tem também um PIP atribuído, enquanto a Tom tem previsto uma central de Fresnel Linear. Na tecnologia de CPV, a Reciclamas, a Sapec, a Tecneira, a LUZ.ON e a Glintt foram os promotores escolhidos.
Parque fotovoltaico de 2MW em Porto Santo
O primeiro Parque Fotovoltaico na Região Autónoma da Madeira, [inaugurado pelo presidente da região autónoma a 3 de Maio 2010] foi construído numa área com cerca de 60 mil m2, em terrenos adquiridos ou arrendados, sendo seu promotor a empresa Eneratlântica Energias,SA, maioritariamente detida pela NUTROTON Energias, SA, enquanto a empresa construtora foi a EFACEC, SA. Foram edificados 11.136 painéis, com uma potência instalada de 2 MW e uma produção anual de energia eléctrica estimada em 3.506 [MWh/ano -- as unidades na notíocia original estavam incorrectas] o que garantirá o abastecimento de 50% da ilha de Porto Santo, fora do período de Verão. O tempo útil do Parque é de 25 anos, tendo como principal financiamento, o BANIF, para um valor do investimento totalmente privado que atingiu os 9 milhões de euros.
O primeiro Parque Fotovoltaico na Região Autónoma da Madeira, [inaugurado pelo presidente da região autónoma a 3 de Maio 2010] foi construído numa área com cerca de 60 mil m2, em terrenos adquiridos ou arrendados, sendo seu promotor a empresa Eneratlântica Energias,SA, maioritariamente detida pela NUTROTON Energias, SA, enquanto a empresa construtora foi a EFACEC, SA. Foram edificados 11.136 painéis, com uma potência instalada de 2 MW e uma produção anual de energia eléctrica estimada em 3.506 [MWh/ano -- as unidades na notíocia original estavam incorrectas] o que garantirá o abastecimento de 50% da ilha de Porto Santo, fora do período de Verão. O tempo útil do Parque é de 25 anos, tendo como principal financiamento, o BANIF, para um valor do investimento totalmente privado que atingiu os 9 milhões de euros.
Martifer instala 5MW em Toledo
Segundo o jornal económico Cinco Dias, "Martifer Solar ha conseguido inscribir en el Registro de Preasignación de Retribución del Ministerio de Industria una instalación de cinco megavatios (MW) en una cubierta industrial, de las más grandes realizadas en España en una misma ubicación, según datos de la empresa. (...) Las instalaciones están localizadas en Borox (Toledo), si bien el polígono industrial está ubicado dentro del área de influencia económica de la Comunidad de Madrid. Martifer Solar, filial española de la lusa Martifer, ha captado toda la energía que se puede evacuar en ese polígono industrial y ha llegado a un preacuerdo para que "cuando se pueda evacuar más energía a la red en próximas ampliaciones del polígono, puedan llevar a cabo más instalaciones".
Como la potencia máxima por instalación permitida en España es de dos megavatios para entrar dentro del registro, la empresa ha dividido la instalación en cuatro diferentes que llevan la energía hasta dos puntos del polígono donde vuelcan a la red."
Segundo o jornal económico Cinco Dias, "Martifer Solar ha conseguido inscribir en el Registro de Preasignación de Retribución del Ministerio de Industria una instalación de cinco megavatios (MW) en una cubierta industrial, de las más grandes realizadas en España en una misma ubicación, según datos de la empresa. (...) Las instalaciones están localizadas en Borox (Toledo), si bien el polígono industrial está ubicado dentro del área de influencia económica de la Comunidad de Madrid. Martifer Solar, filial española de la lusa Martifer, ha captado toda la energía que se puede evacuar en ese polígono industrial y ha llegado a un preacuerdo para que "cuando se pueda evacuar más energía a la red en próximas ampliaciones del polígono, puedan llevar a cabo más instalaciones".
Como la potencia máxima por instalación permitida en España es de dos megavatios para entrar dentro del registro, la empresa ha dividido la instalación en cuatro diferentes que llevan la energía hasta dos puntos del polígono donde vuelcan a la red."
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