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sexta-feira, 27 de junho de 2014

The Rise of Solar Co-ops

Renewable Energy World
While many people associate cooperatives with a place for hippies to buy organic food, the cooperative movement has actually grown far and wide, creating sustainable enterprises that generate jobs and strengthen local economies.Today, there are nearly 30,000 cooperatives in the United States, with more than 100 million members. From day care centers to hardware stores, cooperatives seem to be permeating every sector of society. So it’s no surprise that cooperatives are making their way into the renewable energy field as well.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Campus Sustentável - SIC Notícias

SIC Notícias
A Universidade de Lisboa tem a maior central fotovoltaica em meio urbano do país. Ao mesmo tempo que poupa no consumo de energia, dá aos alunos uma oportunidade de aprenderem e investigarem in loco. Até já há teses de mestrado sobre o projecto.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Painéis solares em fachadas de prédios duplicam produção de energia

 TVI24
Uma equipa de investigadores portugueses concluiu que a colocação de painéis solares nas fachadas de prédios permite duplicar a produção de energia, apesar das paredes exteriores dos edifícios terem orientações e inclinações menos favoráveis do que os telhados. O trabalho foi realizado por três docentes do Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
A equipa calculou o potencial de energia solar de fachadas, aplicando a metodologia ao 'campus' universitário da Faculdade de Ciências, e concluiu que, embora as paredes exteriores dos edifícios apresentem inclinações e orientações menos propícias para a colocação de painéis fotovoltaicos do que as coberturas inclinadas a sul, a área disponível permite duplicar a radiação solar recebida anualmente.
Em declarações à agência Lusa, um dos investigadores, Miguel Brito, salientou que, à escala de uma cidade, as fachadas dos prédios têm uma grande potencial energético, uma vez que «cada fachada tem tanta área como um telhado», possibilitando "duplicar a produção de energia fotovoltaica", não havendo obstáculos à instalação de painéis, como antenas e chaminés.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Portal dá a conhecer o potencial energético solar das casas

JN
A agência municipal de energia de Lisboa, a Lisboa E-Nova [lançou a] Carta Potencial Solar da capital, uma ferramenta online que permite saber qual o potencial de instalação de sistemas solares nas coberturas das residências.(...) A carta [que] pode ser consultada no website da Lisboa E-Nova apresenta o "potencial de instalação de sistemas solares" nas residências lisboetas, de acordo com "a orientação e inclinação das coberturas, obstáculos e sombreamentos na envolvente". Além disso, a informação disponibilizada para cada cobertura é ainda complementada com a "estimativa da produtividade associada a coletores solares térmicos e sistemas solares fotovoltaicos instalados".
Segundo explicou Joana Fernandes, através da análise do potencial de todos os edifícios de Lisboa concluiu-se que "28% de todas as coberturas [residenciais] de Lisboa estão otimamente orientadas para o aproveitamento da energia solar", ou seja, recebem mais de 1600 quilowatts-hora por metro quadrado por ano de radiação solar, livres de obstáculos e sombreamentos. Outra das conclusões da carta é que utilizando 4% dessa área "otimamente orientada" seria possível satisfazer 70% das necessidades de águas quentes sanitárias de todas os residentes de Lisboa, adiantou Joana Fernandes.
Segundo uma nota da Lisboa E-Nova, "se a restante área [ótima] fosse aproveitada para a instalação de sistemas solares fotovoltaicos seria possível produzir cerca de 590 Gigawatt por ano, ou seja, 17% do consumo eléctrico do concelho de Lisboa". Este aproveitamento energético seria possível nas coberturas "otimamente" orientadas, normalmente viradas a sul, a coordenadora da Carta Potencial Solar de Lisboa acrescentou que as casas orientadas a Oeste (radiação da ordem dos 1400 quilowatts-hora por metro quadrado por ano) poderiam "colmatar cerca de 40% das necessidades elétricas de Lisboa através de tecnologias solares". Apesar de estas coberturas não terem uma orientação ótima, apresentam "valores sobejamente superiores aos registados na Europa Central onde estas tecnologias estão amplamente disseminadas".

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Lumeta and Its Giant Stick-On Solar Module 

Greentech Media
[Lumetta], a subsidiary of a large roofing contractor called DRI Companies, has devised a 400-watt solar module that essentially sticks onto the roof of a building. You just peel off the paper on the bottom of the module, line it up on the roof in relation to the other modules, and stick it on.
"We prefer to call it adhesive," joked general manager Jonathan Pickering, the former Applied Materials exec. (...) The idea is to curb the costs and difficulties associated with installing solar on commercial rooftops. (...)
"They were concerned about how to maintain the integrity of a roof after thousands of little holes" had been drilled into it to accommodate solar racks. Sticking the module to the roof eliminates the need to drill. It also generates other advantages. First, it cuts weight, an important consideration on older buildings. (...) The number of components and labor involved in an install are also greatly reduced. Davey estimates that Lumeta can curb labor by 60 percent. (...) And, because they have virtually no wind profile, the panels won't fly off in a storm. The "plumber's crack" dilemma in solar -- the fact that labor grows as a proportion of solar installations as the cost of solar panels declines -- has become the focus of a few startups such as Armageddon Energy (modular residential panels) and Zep Solar (minimalist racking). Over the past year, however, large solar module makers have begun to tackle the problem, as well. Suntech Power Holdings, for instance, makes utility-scale solar panels that fit into each other tongue-and-groove style. Solon and SunPower, meanwhile, unfurled megawatt-size solar power plant modules. Canadian Solar has adopted Zep's racks.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Energia: socialistas querem tornar transparente consumo do Estado
O grupo parlamentar do Partido Socialista vai apresentar no Parlamento uma recomendação legislativa para obrigar o Estado a divulgar quanto a administração pública gasta em energia e para facilitar a fiscalização desse consumo. (...) O texto da proposta recomenda ao Governo que - em acordo com a Associação Nacional de Municípios e com os Governos Regionais dos Açores e da Madeira - aprove legislação que obrigue à divulgação na Internet, para além dos consumos, planos de poupança energética definidos por ministério, por região autónoma e por município (...) [e] ainda obrigar os organismos do Estado a divulgar o consumo em percentagem do orçamento de funcionamento anual, a lista dos dez edifícios mais gastadores por cada agência estatal e ainda a avaliar as emissões de dióxido de carbono relativas ao consumo, com planos de compensação de emissões.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Lei da certificação energética deu um novo impulso às energias renováveis

Portugal entre os mais rápidos na eficiência energética dos edifícios
Em cinco anos, a maioria das casas portuguesas vai exibir painéis solares. É a visão do arquitecto Guilherme Carrilho da Graça, especialista em eficiência energética. Apesar de alguns atrasos, "a nível europeu, Portugal e Irlanda estão à frente na implementação do sistema de certificação energética dos edifícios" (...) "A certificação energética teve um papel excepcional na promoção da energia solar térmica para aquecimento de água sanitária, uma vez que só se atinge o A+ [nota máxima] com essa componente. Juntando a isto um melhor isolamento, esta é a grande mudança que a classificação [em vigor desde 2007] trouxe aos investidores", assegura o arquitecto.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Energy performance of buildings: photovoltaic systems to become a standard product in new buildings
Today, at the Energy Council the Swedish Presidency was congratulated for the agreement reached on the new Energy Performance of Buildings Directive (EPBD). Any new European building will have to be “nearly zero energy” by 2020, meaning that a very large share of energy consumption will be provided by renewable energy. Solar photovoltaic technologies are amongst the best suited to be integrated in buildings. However no target has been set for existing buildings which currently represent about 99% of the building stock.