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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Projeto português leva energia renovável à Guiné Bissau

Visao.pt
Banbadinca Sta Claro é o nome do projeto que integra o Programa Comunitário para Acesso a Energias Renováveis, levado a cabo pela ONG TESE. O nome não poderia ser mais adequado. Traduzida para português, a expressão crioula significa Bambadinca tem luz. Até ao final deste ano, a energia deve chegar às casas dos cerca de 6500 habitantes desta vila da Guiné-Bissau. (...) A intervenção deverá estar concluída em março de 2015, ao abrigo do programa Engenheiros Sem Fronteiras da TESE e em parceria com a ONG DIVUTEC, o Instituto Superior Técnico, e com o apoio técnico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e o financiamento da União Europeia e Cooperação Portuguesa.






terça-feira, 2 de julho de 2013

Obama apoia acesso a energia na África Subsariana com 5,38 mil milhões

Portal das Energias Renováveis
O presidente norte-americano anunciou, este domingo, uma iniciativa para estimular o acesso à energia elétrica, mais limpa e eficiente, na África Subsariana, sublinhando o interesse dos Estados Unidos em que o continente atinja o seu pleno potencial. A parceria "Power Africa" contará com um financiamento dos Estados Unidos na ordem dos 5,38 mil milhões de euros, revelou Barack Obama num discurso na universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, um dos três países visitados pelo chefe de Estado dos EUA (para além do Senegal e Tanzânia) para promover o comércio e o investimento num continente em rápido crescimento.
Este projeto de ajuda pública ao desenvolvimento - que será completado por financiamentos privados na ordem dos 6,91 mil milhões de euros - vai permitir a duplicação do acesso à energia elétrica na África Subsariana, onde mais de dois terços da população não a tem, segundo indicações da Casa Branca..
A General Electric está entre as empresas que contribuirão comprometeu-se a ajudar a levar para a Tanzânia e o Gana 5.000 megawatts de nova energia.
Durante a primeira fase de cinco anos, o projeto deverá traduzir-se na soma de mais de 10.000 megawatts de energia mais limpa e eficiente, que será levada a, pelo menos, mais vinte milhões de lares e empresas, ainda de acordo com a Casa Branca.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Renewable Energy Database - The World Bank

The World Bank
This website collects data on private participation in renewable energy in developing countries. It is part of the PPI Database and applies the same research methdology. The renewable energy section provides researchers with detailed, renewable-specific information on over 900 projects that were implemented between 1993 and 2011. The PPI Database is a flagship World Bank knowledge product widely used in research and analyses of infrastructure development. The purpose is to inform stakeholders on key trends regarding private in the renewable energy sector.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Cunene terá central fotovoltaica

Angola Press
A província do Cunene vai contar em 2013 com uma central fotovoltaica, com capacidade de 13 megawatt, informou quarta-feira, em Ondjiva, o governador António Didalelwa. (...) Actualmente está em fase de conclusão os trabalhos da segunda linha de alta tensão para a cidade de Ondjiva, com capacidade de 132 quilowatts de energia vinda da localidade de Onumu, República da Namíbia, com vista a reforçar os 6 MW actuais para 10. A colocação dos postes e dos cabos ao longo do troço Ondjiva/Santa Clara, zona limítrofe entre os dois países, está concluída. Neste momento aguarda-se o serviço de ordem técnica por parte da Napawer, empresa namibiana encarregue da empreitada. Assiste-se ainda em Ondjiva à construção de uma nova central térmica, com capacidade de 10 MW.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

World Bank approves USD 172 million for installing 630,000 solar PV home systems in Bangladesh

SolarServer
The World Bank on October 4th, 2011 approved USD 172 million to support the installation of an additional 630,000 solar home systems (off-grid photovoltaic systems) and other renewable energy mini-grid schemes in rural Bangladesh. The credit from the International Development Association (IDA), the World Bank’s concessionary arm, has 40 years to maturity with a 10-year grace period; it carries a service charge of 0.75 percent.
The credit is an additional financing to the ongoing "Rural Electrification and Renewable Energy Development Project" (RERED), following the project’s success in installing solar home systems (SHS) in rural areas where grid electricity is not economically feasible or hard to reach.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Moçambique aposta em energias renováveis

Deutsche Welle
Até 2014, Moçambique vai electrificar os seus distritos - também com energias renováveis. Neste momento, mais de dois milhões de moçambicanos beneficiam de energia eléctrica gerada a partir de fontes novas e renováveis.
Trata-se das energias solar, eólica, hídrica de pequena e média dimensões e biomassa, através do bagaço da cana-de-açúcar e da jatropha - todas energias produzidas no país à luz da estratégia nacional de energias renováveis aprovada recentemente pelo governo.
De todas as formas de energias renováveis que o país possui, a solar é a mais usada, principalmente para responder às necessidades das populações rurais, com painéis solares.
Moçambique tem ainda centrais mini-hídricas, com capacidade de gerar energia até 15 megawatts e que podem contribuir para iluminar pequenas comunidades. Possui ainda barragens de média dimensão, como a de Massingir, na provincia sulista de Gaza.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Ministra portuguesa do Ambiente inaugura sistema de energia solar na Guiné Bissau

Angola Press
A ministra do Ambiente de Portugal, Dulce Pássaro, terminou hoje (sexta-feira) a sua visita à Guiné-Bissau com a inauguração do sistema de painéis solares para fornecimento de energia eléctrica à Faculdade de Direito de Bissau. (...) O sistema de painéis solares instalado na Faculdade de Direito de Bissau foi financiado pelo Ministério do Ambiente português. Para o secretário de Estado do Ensino da Guiné-Bissau, Besna na Fonte, o fornecimento de energia eléctrica naquele estabelecimento de ensino é "mais um passo no cumprimento" dos objectivos do governo para a educação. Um desses objectivos é "fazer chegar a todos os nossos alunos condições para que possam aprender. Isto vai permitir prolongar sessões e trabalhar à vontade", afirmou.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

EDP investe 1,3 milhões no Campo de Refugiados de Kakuma

Expresso
Mais de 75 mil refugiados do campo de Kakuma vão beneficiar de projetos-piloto onde a EDP vai investir 1,3 milhões de euros, que envolvem a utilização de energias renováveis e apostam na sustentabilidade ambiental, de modo a criar condições para os refugiados encontrarem meios próprios de sustento e dependerem menos das ajudas internacionais.
Os projetos incluem o uso de energia solar fotovoltaica nos edifícios públicos, instalação de bombas solares para a captação de água, distribuição de 4500 lanternas solares recarregáveis a estudantes, promoção da horticultura caseira, uso de fornos e postos de iluminação solares, construção de purificadores de água a energia solar, bem como formação de competências locais para a manutenção e uso sustentado a longo prazo dos equipamentos instalados pela EDP.
"Não estamos perante um mero projeto de assistência aos refugiados, mas antes de capacitação local a longo prazo", afirmou por sua vez António Mexia, explicando que "energia está relacionada com segurança, água, educação, saúde, alimentação, agricultura".

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Construção do parque eólico da ilha de Santiago arranca em Agosto

Notícias de Cabo Verde | Noticias de Cabo Verde, Portugal e países de língua portuguesa e comunidades portuguesas
Cabo Verde vai instalar quatro parques eólicos em outras tantas ilhas, com potência instalada de 28 megawatts, orçados em 84 milhões de dólares (70 milhões de euros), com as obras do primeiro, em Santiago, a arrancarem em Agosto. (...) Os quatro projectos – na Cidade da Praia (10MW), São Vicente (6MW), Sal (8MW) e Boavista (4MW) – estão a ser desenvolvidos pela Cabeólica, empresa mista integrada pelo Estado de Cabo Verde, Electra (empresa pública da distribuição de água e electricidade) e a InfraCO, uma entidade empresarial de doadores internacionais, que inclui, entre outros, o Banco Mundial (BM). Os projectos enquadram-se na estratégia do Governo cabo-verdiano em fazer subir a taxa de penetração das energias renováveis no arquipélago para os 25 por cento até 2020 – actualmente atinge apenas 2,3 por cento.
Até ao final de 2011, o Executivo de José Maria Neves pretende subir a taxa de penetração das renováveis para valores entre os 3,8 e os 4 por cento, tendo em conta que estão já em curso outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW).
Assim que os projectos da Cabeólica e da Martifer estiverem concluídos, o que se prevê para finais de 2011, no primeiro caso, e ainda este ano, no segundo, Cabo Verde ficará com uma potência instalada de 35,5 megawatts, reduzindo significativamente a dependência do petróleo para fins energéticos e as emissões de dióxido de carbono.
O director geral da Energia cabo-verdiano, Abraão Lopes, relembrou que, por cada megawatt de potência, o Estado reduz as despesas com petróleo na ordem dos 30 milhões de escudos (272 mil euros), o que, multiplicado por 35,5 megawatts, levará, teoricamente, a uma poupança anual de 9,6 milhões de euros só em combustível. (...) Os especialistas do sector têm repectidamente afirmado que Cabo Verde tem “grande potencial” de energias renováveis – eólica, solar e geotérmica -, e o Governo cabo-verdiano atribuiu à Martifer um estudo neste domínio, que se prolongará até ao fim do ano, para determinar o que poderá mais ser feito. A ideia do Executivo cabo-verdiano é ter uma potência instalada de tal forma elevada, que permita garantir 25 por cento do consumo energético total do arquipélago até 2020, com a particularidade de a ilha mais pequena, Brava, poder tornar-se 100 por cento renovável se se comprovar a viabilidade de um projecto em estudo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Moçambique inicia obras de fábrica de painéis solares

MacauHub
As autoridades moçambicanas acabam de lançar a primeira pedra de uma fábrica de paíneis solares no Parque Industrial de Beluluane, província do Maputo (...) Com este invstimento de capitais indo-moçambicanos, Moçambique poderá produzir, a breve trecho, sistemas fotovoltaicos (painéis solares) (...) O ministro da energia, Salvador Namburrete indicou que o valor do investimento de 10 milhões de dólares foi feito há dois anos pelo que irá ser feito uma nova avaliação de custos pelo Fundo Nacional de Energia (FUNAE). O material será importado da Índia numa fase inicial mas posteriormente a fábrica recorrerá a componentes fabricados em Moçambique.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Soccer-World-Solar power brings World Cup to Ghanaian bush
Deep in the Ghanaian bush, some 200 people danced and hollered on Sunday as solar power helped beam Ghana's World Cup victory over Serbia to the pineapple-growing village of Oboadaka for the first time. Not only were the villagers overjoyed by their team's success, but for many it was a first time watching live World Cup soccer on television.
"We have more than enough reason to celebrate. Its a double-victory for us in this village and we must enjoy it while it lasts," said 63-year-old David Danso, who was among the residents gathered around the giant wall projector powered by solar energy.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Morocco to Solar-Power Nearly Half its Kingdom
Morocco will invest $9 billion upfront to build 2 Gigawatts of solar power, distributed between 5 solar power plants, by 2020. The 2 GW is enough to supply 40% of the nation’s electricity. (...) The five plants are to be built sequentially, with the first one starting up in 2015, saving money right away, by beginning to cut Moroccan dependence on foreign oil and gas imports from nearby neighbours.(...) The Moroccan government is mobilizing multiple financing sources, and partnering with the World Bank, the European Commission and Desertec to bring about this promise for a future of clean solar power.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Self Energy em Moçambique
A Self Energy Moçambique protagoniza o mais importante acordo de cooperação estabelecido entre Portugal e Moçambique para o sector das energias renováveis. A empresa vai avançar com projectos, nomeadamente de mini-hídricas e mini centrais solares, que implicam um investimento de 30 milhões de euros. (...)[A] Self Energy Moçambique também já assinou um acordo de cooperação, com o Fundo Nacional de Energia, que vai permitir a produção local de energia renovável em 50 escolas, 50 centros de saúde e 2 hospitais, localizados em zonas rurais, onde a rede eléctrica não chega. Nos hospitais será igualmente colocada tecnologia para produção de energia solar térmica com vista ao aquecimento de águas sanitárias. O projecto contempla ainda a instalação de sistemas de bombagem e tratamento de água, igualmente com recurso a energia solar.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Portugal constrói centrais fotovoltaicas em Moçambique
Portugal vai construir pequenas centrais fotovoltaicas em Moçambique para abastecimento de escolas, hospitais e aldeias. (...) Segundo o JN apurou, o investimento ronda os 10 milhões de euros. A construção das centrais fotovoltaicas insere-se nos vários acordos de cooperação assinados entre Portugal e Moçambique, com destaque para as energias renováveis.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Maternidade construída na Guiné-Bissau
[A Associação de Cooperação com a Guiné-Bissau, colectividade de Viana do Castelo] quer concretizar sonho de uma década e dotar centro de saúde de Cacheu, na Guiné-Bissau, de uma pequena maternidade.(...) O Rotary Clube de Viana do Castelo e o de Bissau viram, também, aprovado um projecto no valor de cerca de 300 mil euros, verba que servirá para apetrechar a maternidade e o centro de saúde de Cacheu. De acordo com Carvalhido da Ponte, o apoio do Rotary servirá, ainda, para instalar um sistema de energia solar na futura unidade de saúde, bem como para dotar 20 salas de aula de carteiras, cadeiras e restante equipamento escolar.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Shell accused of abandoning solar power buyers in the developing world
Shell has become embroiled in a major row with the World Bank and green energy companies after allegations that it is unfairly refusing to honour warranties on solar power systems sold to the developing world. A widespread breakdown of its equipment in Sri Lanka and elsewhere has left the oil firm accused of abandoning a responsibility to impoverished communities while damaging the prospects of the wider renewable power sector in a world desperate to reduce carbon emissions following the Copenhagen climate change summit.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Avó de Obama no Quénia já funciona a energia solar
No Quénia, em pleno coração de África há uma outra Casa Branca, e lá também já chegou a energia solar. Ambientalistas deram painéis de presente à avó de Barack Obama, na esperança de alertar o presidente norte-americano para as alterações climáticas. Mais detalhes no video do Expresso.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

EDP oferece energias renováveis a 50 mil refugiados no Quénia
A Fundação EDP vai lançar um grande projecto de responsabilidade social no campo de refugiados da ONU de Kakuma, no noroeste do Quénia (distrito de Turkana), que permitirá fornecer energia solar fotovoltaica e eólica à totalidade da população do campo, estimada em mais de 50 mil pessoas. O Projecto Kakuma, que arrancará em Janeiro de 2010, pretende quebrar o ciclo de pobreza dos refugiados e promover o desenvolvimento sustentável através de uma actuação integrada em todas as frentes: energia para cozinhar (fogões solares) e luz eléctrica para as famílias, iluminação das ruas, abastecimento e purificação de água, energia para os edifícios públicos (escolas, hospitais), empreendedorismo social, agricultura caseira e reflorestação de uma área de 10 hectares. (...) A população de refugiados é maioritariamente constituída por sudaneses fugidos da guerra no Darfur (51%) e somalis (36%), havendo ainda deslocados da Etiópia, Ruanda, Burundi, Congo, Uganda, Eritreia e Namíbia. A sua presença em Kakuma está a tornar-se insustentável em termos ambientais, devido ao esgotamento de aquíferos subterrâneos e à desflorestação provocada pelo consumo de lenha. E gera fortes tensões com a população local - os turkanas - no acesso aos recursos naturais. Com o avanço do deserto, a população do campo só encontra lenha a 50 a 100 km de distância, e esta tarefa é feita pelas mulheres, que têm de enfrentar elevadas temperaturas e ameaças acrescidas de violência sexual. As carências de energia nos edifícios públicos são grandes. Nos três hospitais do campo só há electricidade num máximo de cinco horas por dia e nas escolas, a falta de iluminação provoca insegurança, abandono escolar (em particular entre as raparigas) e dificuldades em atrair e reter professores e pessoal qualificado. E a bombagem de água dos aquíferos por geradores a diesel sai muito cara à ONU e às ONG. As carências de energia nos edifícios públicos são grandes. Nos três hospitais do campo só há electricidade num máximo de cinco horas por dia e nas escolas, a falta de iluminação provoca insegurança, abandono escolar (em particular entre as raparigas) e dificuldades em atrair e reter professores e pessoal qualificado. E a bombagem de água dos aquíferos por geradores a diesel sai muito cara à ONU e às ONG.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Bangladesh wins World Bank solar power loan
The World Bank said on Saturday it will loan Bangladesh $130 million to install solar energy panels to power 300,000 households. (...) Only around 40 percent of Bangladeshis have access to electricity. Power shortages are severe, especially in rural areas. (...) A part of the financing will also be used to purchase and install about 10 million energy efficient compact fluorescent lamps in densely populated areas, replacing an equivalent number of incandescent lamps. "Replacing these lamps, which will be free of charge for residential consumers, is expected to reduce the peak demand by about 360 MW," said Raihan Elahi, senior energy specialist of the World Bank.