Martifer Solar
Martifer Solar, a subsidiary of Martifer SGPS, together with Hanwha Q CELLS Korea, the Korean leading company in PV downstream area, completed a utility scale project for Korean investors, with combined capacity of 17.8 MWp. The Korean investors include Hanwha Q CELLS Korea, which is also a consortium member, and the Financial Investment Trusts managed by Shinhan BNP Paribas Asset Management.
The PV cluster, which was inaugurated today, consists of six PV plants constructed in Loures, Montijo and Montemor-o-Novo regions. Martifer Solar will be the operations and maintenance contractor to ensure the optimal generation levels of these six PV plants.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Dois novos parques de energia solar começam este mês a produzir eletricidade
RTP
Dois novos parques de energia solar fotovoltaica, em Silves e Albufeira, vão começar a produzir ainda este mês eletricidade equivalente ao consumo doméstico de mais de 17 mil pessoas, revelou à Lusa o porta-voz da empresa construtora. (...) Os dois parques vão depois ser explorados pelo BNP Paribas Clean Energy Partners, atual detentor das licenças, tendo a Martifer Solar sido a empresa escolhida há dois anos pela Direção Geral de Energia e Geologia para construir as unidades. O parque instalado em Alvalades ocupa uma área de 412.520 metros quadrados (41,3 hectares), tem 60.080 módulos e uma capacidade de produção de 15,6 MWp (unidade de medida de potência elétrica). De menor dimensão, o parque de Ferreiras foi construído em 160.760 metros quadrados (16,1 hectares) e pode, com os seus 28.320 módulos, produzir 6,8 MWp, segundo as informações avançadas pelo construtor.
A construção dos dois parques envolveu 200 trabalhadores, 120 em Alvalades e 80 em Ferreiras e, no conjunto contarão com mais de uma dezena de pessoas para a sua operação e manutenção, frisou o responsável.
Dois novos parques de energia solar fotovoltaica, em Silves e Albufeira, vão começar a produzir ainda este mês eletricidade equivalente ao consumo doméstico de mais de 17 mil pessoas, revelou à Lusa o porta-voz da empresa construtora. (...) Os dois parques vão depois ser explorados pelo BNP Paribas Clean Energy Partners, atual detentor das licenças, tendo a Martifer Solar sido a empresa escolhida há dois anos pela Direção Geral de Energia e Geologia para construir as unidades. O parque instalado em Alvalades ocupa uma área de 412.520 metros quadrados (41,3 hectares), tem 60.080 módulos e uma capacidade de produção de 15,6 MWp (unidade de medida de potência elétrica). De menor dimensão, o parque de Ferreiras foi construído em 160.760 metros quadrados (16,1 hectares) e pode, com os seus 28.320 módulos, produzir 6,8 MWp, segundo as informações avançadas pelo construtor.
A construção dos dois parques envolveu 200 trabalhadores, 120 em Alvalades e 80 em Ferreiras e, no conjunto contarão com mais de uma dezena de pessoas para a sua operação e manutenção, frisou o responsável.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Algarve: Três primeiras centrais solares prontas em setembro produzirão energia para 26 mil pessoas
LUUSA
Em setembro de 2012 o Algarve terá três centrais de energia solar, com 142 mil painéis e capacidade de produzir energia para 26 mil pessoas [33 MWp], disse à Lusa fonte da empresa responsável pela construção e manutenção das centrais.
Instaladas nos concelhos de Silves, Albufeira e Loulé, as centrais ocuparão cerca de 65 hectares e serão as primeiras centrais algarvias a recolher energia solar com base em energia solar foto voltaica para consumo público, informou Elsa Ferreira, da Martifer Solar.
Em setembro de 2012 o Algarve terá três centrais de energia solar, com 142 mil painéis e capacidade de produzir energia para 26 mil pessoas [33 MWp], disse à Lusa fonte da empresa responsável pela construção e manutenção das centrais.
Instaladas nos concelhos de Silves, Albufeira e Loulé, as centrais ocuparão cerca de 65 hectares e serão as primeiras centrais algarvias a recolher energia solar com base em energia solar foto voltaica para consumo público, informou Elsa Ferreira, da Martifer Solar.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Martifer Solar Heralds UK Debut with New PV Parking Solution
Electrical News
Martifer Solar is making its UK debut with SMARTPARK (...) an opportunity to turn an empty space into a major revenue earner. Developed by the Martifer Solar R&D+i Division, the SMARTPARK® concept is based around a solar photovoltaic enabled carport that features robust technology and a simple ‘plug and play’ mounting system. Electric-car charging points can be included, which will be of particular interest to local authorities who are now required to provide e-car charging points as part of the government’s drive to encourage non-polluting vehicles.
Martifer Solar is making its UK debut with SMARTPARK (...) an opportunity to turn an empty space into a major revenue earner. Developed by the Martifer Solar R&D+i Division, the SMARTPARK® concept is based around a solar photovoltaic enabled carport that features robust technology and a simple ‘plug and play’ mounting system. Electric-car charging points can be included, which will be of particular interest to local authorities who are now required to provide e-car charging points as part of the government’s drive to encourage non-polluting vehicles.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Martifer vende centrais fotovoltaicas a fundo do BNP Paribas
Económico
A Martifer Solar alienou ao fundo do BNP Paribas, Clean Energy Partners, 22 dos 33 megawatts (MW) ganhos, através da Sol Cativante, no concurso para centrais fotovoltaicas lançado pelo Governo de José Sócrates, no final de 2010.
Sem revelar os montantes envolvidos, o presidente da Martifer Solar, Henrique Rodrigues, realça que, apesar da titularidade e futura gestão e exploração destes activos ter passado de mão, o grupo de Oliveira de Frades manterá a ligação ao projecto, através do fornecimento dos painéis fotovoltaicos e da construção das centrais.
Detida por um conjunto de quadros da Martifer, incluindo Henrique Rodrigues, com o objectivo de participar na corrida à atribuição de licenças para centrais fotovoltaicas - onde assegurou um terço das licenças então atribuídas pelo anterior Executivo por cerca de 36 milhões de euros -, a Sol Cativante seria, ao longo do último ano, integrada na esfera do grupo Martifer.
A Martifer Solar alienou ao fundo do BNP Paribas, Clean Energy Partners, 22 dos 33 megawatts (MW) ganhos, através da Sol Cativante, no concurso para centrais fotovoltaicas lançado pelo Governo de José Sócrates, no final de 2010.
Sem revelar os montantes envolvidos, o presidente da Martifer Solar, Henrique Rodrigues, realça que, apesar da titularidade e futura gestão e exploração destes activos ter passado de mão, o grupo de Oliveira de Frades manterá a ligação ao projecto, através do fornecimento dos painéis fotovoltaicos e da construção das centrais.
Detida por um conjunto de quadros da Martifer, incluindo Henrique Rodrigues, com o objectivo de participar na corrida à atribuição de licenças para centrais fotovoltaicas - onde assegurou um terço das licenças então atribuídas pelo anterior Executivo por cerca de 36 milhões de euros -, a Sol Cativante seria, ao longo do último ano, integrada na esfera do grupo Martifer.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Martifer estreia-se na Índia
Económico
A Martifer anunciou hoje, em comunicado, que a sua subsidiária Martifer Solar vai entrar no mercado indiano, tendo conquistado o primeiro projecto de construção naquele País.
A empresa liderada por Jorge Martins revelou que a Martifer Solar "assinou um acordo co a Louroux Bio Energies Lta., para a construção de um projecto de energia solar fotovoltaica de 25 MW em Gujarat", na Índia.
A Martifer anunciou hoje, em comunicado, que a sua subsidiária Martifer Solar vai entrar no mercado indiano, tendo conquistado o primeiro projecto de construção naquele País.
A empresa liderada por Jorge Martins revelou que a Martifer Solar "assinou um acordo co a Louroux Bio Energies Lta., para a construção de um projecto de energia solar fotovoltaica de 25 MW em Gujarat", na Índia.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Martifer finishes installation of 2.5 MW PV park in Ilha do Sal in Cape Verde
Martifer and the Ministry of Economy, Growth and Competitiveness of Cape Verde (MECC) has inaugurated today the first of two solar parks contracted in January. The Prime Minister of Cape Verde, Dr. José Maria das Neves, presided the inauguration ceremony.
Installed on fixed structures, this park, located in Ilha do Sal, is a turnkey project entirely developed by Martifer Solar and it uses PV panels produced in its plant in Oliveira de Frades, Portugal. The installation occupies an area of 9.75 hectares and has 2.5 MW peak power, with the possibility of a 2.5 MW expansion capacity until 2014. This park, so far is the biggest PV Central in the African continent. The second park, which will be inaugurated in November, is located in Ilha de Santiago and will have 5MW peak power capacity.
Installed on fixed structures, this park, located in Ilha do Sal, is a turnkey project entirely developed by Martifer Solar and it uses PV panels produced in its plant in Oliveira de Frades, Portugal. The installation occupies an area of 9.75 hectares and has 2.5 MW peak power, with the possibility of a 2.5 MW expansion capacity until 2014. This park, so far is the biggest PV Central in the African continent. The second park, which will be inaugurated in November, is located in Ilha de Santiago and will have 5MW peak power capacity.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Martifer Solar supplies a turnkey photovoltaic project of 3 MWp near Milan - Martifer
Martifer Solar owned by Martifer SGPS, SA, will supply a turnkey project, composed of three ground-mounted photovoltaic solar plants, near the economic heart of Italy, in the Lombardy Region, totalling 3 MW of peak power. (...) Martifer Solar has already constructed several parks in the Basilicata, Sicilia and Apulia regions, totalling more than 7 MWp.
CaboVerde - Oposição critica investimentos do governo em energias renováveis
Notícias Lusofonas
O Movimento para a Democracia (MpD, maior partido da oposição em Cabo Verde) criticou hoje as opções do governo no sector das energias renováveis, que considera terem sido implementadas “sem transparência” (...) José Luís Livramento, membro da comissão política nacional do MpD, referia-se aos projectos de construção de quatro parques eólicos já anunciados pelo Governo cabo-verdiano e cuja construção deverá ter inicio este mês (...)[e] outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW). (...) “Em final de mandato vem o PAICV correr atrás das energias renováveis, dar por contrato boca a boca a uma empresa, num concurso sem transparência e pondo em causa o próprio contrato de crédito assinado com o governo português e a nível técnico com grandes interrogações” salientou.
Os cortes de energia eléctrica na capital cabo-verdiana e em alguns municípios do interior da ilha de Santiago têm sido frequentes nos últimos dias. A Electra, empresa de produção e distribuição de energia, explicou os apagões devem-se a avarias registadas nos equipamentos. A qualidade dos serviços piorou, com frequência e a duração dos cortes de energia a aumentar, chegando os apagões, em 2009, a 120 horas por mês. Isto é, Cabo Verde esteve na escuridão, o equivalente a uma dia em cada semana”, avançou.
O Movimento para a Democracia (MpD, maior partido da oposição em Cabo Verde) criticou hoje as opções do governo no sector das energias renováveis, que considera terem sido implementadas “sem transparência” (...) José Luís Livramento, membro da comissão política nacional do MpD, referia-se aos projectos de construção de quatro parques eólicos já anunciados pelo Governo cabo-verdiano e cuja construção deverá ter inicio este mês (...)[e] outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW). (...) “Em final de mandato vem o PAICV correr atrás das energias renováveis, dar por contrato boca a boca a uma empresa, num concurso sem transparência e pondo em causa o próprio contrato de crédito assinado com o governo português e a nível técnico com grandes interrogações” salientou.
Os cortes de energia eléctrica na capital cabo-verdiana e em alguns municípios do interior da ilha de Santiago têm sido frequentes nos últimos dias. A Electra, empresa de produção e distribuição de energia, explicou os apagões devem-se a avarias registadas nos equipamentos. A qualidade dos serviços piorou, com frequência e a duração dos cortes de energia a aumentar, chegando os apagões, em 2009, a 120 horas por mês. Isto é, Cabo Verde esteve na escuridão, o equivalente a uma dia em cada semana”, avançou.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Construção do parque eólico da ilha de Santiago arranca em Agosto
Notícias de Cabo Verde | Noticias de Cabo Verde, Portugal e países de língua portuguesa e comunidades portuguesas
Cabo Verde vai instalar quatro parques eólicos em outras tantas ilhas, com potência instalada de 28 megawatts, orçados em 84 milhões de dólares (70 milhões de euros), com as obras do primeiro, em Santiago, a arrancarem em Agosto. (...) Os quatro projectos – na Cidade da Praia (10MW), São Vicente (6MW), Sal (8MW) e Boavista (4MW) – estão a ser desenvolvidos pela Cabeólica, empresa mista integrada pelo Estado de Cabo Verde, Electra (empresa pública da distribuição de água e electricidade) e a InfraCO, uma entidade empresarial de doadores internacionais, que inclui, entre outros, o Banco Mundial (BM). Os projectos enquadram-se na estratégia do Governo cabo-verdiano em fazer subir a taxa de penetração das energias renováveis no arquipélago para os 25 por cento até 2020 – actualmente atinge apenas 2,3 por cento.
Até ao final de 2011, o Executivo de José Maria Neves pretende subir a taxa de penetração das renováveis para valores entre os 3,8 e os 4 por cento, tendo em conta que estão já em curso outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW).
Assim que os projectos da Cabeólica e da Martifer estiverem concluídos, o que se prevê para finais de 2011, no primeiro caso, e ainda este ano, no segundo, Cabo Verde ficará com uma potência instalada de 35,5 megawatts, reduzindo significativamente a dependência do petróleo para fins energéticos e as emissões de dióxido de carbono.
O director geral da Energia cabo-verdiano, Abraão Lopes, relembrou que, por cada megawatt de potência, o Estado reduz as despesas com petróleo na ordem dos 30 milhões de escudos (272 mil euros), o que, multiplicado por 35,5 megawatts, levará, teoricamente, a uma poupança anual de 9,6 milhões de euros só em combustível. (...) Os especialistas do sector têm repectidamente afirmado que Cabo Verde tem “grande potencial” de energias renováveis – eólica, solar e geotérmica -, e o Governo cabo-verdiano atribuiu à Martifer um estudo neste domínio, que se prolongará até ao fim do ano, para determinar o que poderá mais ser feito. A ideia do Executivo cabo-verdiano é ter uma potência instalada de tal forma elevada, que permita garantir 25 por cento do consumo energético total do arquipélago até 2020, com a particularidade de a ilha mais pequena, Brava, poder tornar-se 100 por cento renovável se se comprovar a viabilidade de um projecto em estudo.
Cabo Verde vai instalar quatro parques eólicos em outras tantas ilhas, com potência instalada de 28 megawatts, orçados em 84 milhões de dólares (70 milhões de euros), com as obras do primeiro, em Santiago, a arrancarem em Agosto. (...) Os quatro projectos – na Cidade da Praia (10MW), São Vicente (6MW), Sal (8MW) e Boavista (4MW) – estão a ser desenvolvidos pela Cabeólica, empresa mista integrada pelo Estado de Cabo Verde, Electra (empresa pública da distribuição de água e electricidade) e a InfraCO, uma entidade empresarial de doadores internacionais, que inclui, entre outros, o Banco Mundial (BM). Os projectos enquadram-se na estratégia do Governo cabo-verdiano em fazer subir a taxa de penetração das energias renováveis no arquipélago para os 25 por cento até 2020 – actualmente atinge apenas 2,3 por cento.
Até ao final de 2011, o Executivo de José Maria Neves pretende subir a taxa de penetração das renováveis para valores entre os 3,8 e os 4 por cento, tendo em conta que estão já em curso outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW).
Assim que os projectos da Cabeólica e da Martifer estiverem concluídos, o que se prevê para finais de 2011, no primeiro caso, e ainda este ano, no segundo, Cabo Verde ficará com uma potência instalada de 35,5 megawatts, reduzindo significativamente a dependência do petróleo para fins energéticos e as emissões de dióxido de carbono.
O director geral da Energia cabo-verdiano, Abraão Lopes, relembrou que, por cada megawatt de potência, o Estado reduz as despesas com petróleo na ordem dos 30 milhões de escudos (272 mil euros), o que, multiplicado por 35,5 megawatts, levará, teoricamente, a uma poupança anual de 9,6 milhões de euros só em combustível. (...) Os especialistas do sector têm repectidamente afirmado que Cabo Verde tem “grande potencial” de energias renováveis – eólica, solar e geotérmica -, e o Governo cabo-verdiano atribuiu à Martifer um estudo neste domínio, que se prolongará até ao fim do ano, para determinar o que poderá mais ser feito. A ideia do Executivo cabo-verdiano é ter uma potência instalada de tal forma elevada, que permita garantir 25 por cento do consumo energético total do arquipélago até 2020, com a particularidade de a ilha mais pequena, Brava, poder tornar-se 100 por cento renovável se se comprovar a viabilidade de um projecto em estudo.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Martifer instala 5MW em Toledo
Segundo o jornal económico Cinco Dias, "Martifer Solar ha conseguido inscribir en el Registro de Preasignación de Retribución del Ministerio de Industria una instalación de cinco megavatios (MW) en una cubierta industrial, de las más grandes realizadas en España en una misma ubicación, según datos de la empresa. (...) Las instalaciones están localizadas en Borox (Toledo), si bien el polígono industrial está ubicado dentro del área de influencia económica de la Comunidad de Madrid. Martifer Solar, filial española de la lusa Martifer, ha captado toda la energía que se puede evacuar en ese polígono industrial y ha llegado a un preacuerdo para que "cuando se pueda evacuar más energía a la red en próximas ampliaciones del polígono, puedan llevar a cabo más instalaciones".
Como la potencia máxima por instalación permitida en España es de dos megavatios para entrar dentro del registro, la empresa ha dividido la instalación en cuatro diferentes que llevan la energía hasta dos puntos del polígono donde vuelcan a la red."
Segundo o jornal económico Cinco Dias, "Martifer Solar ha conseguido inscribir en el Registro de Preasignación de Retribución del Ministerio de Industria una instalación de cinco megavatios (MW) en una cubierta industrial, de las más grandes realizadas en España en una misma ubicación, según datos de la empresa. (...) Las instalaciones están localizadas en Borox (Toledo), si bien el polígono industrial está ubicado dentro del área de influencia económica de la Comunidad de Madrid. Martifer Solar, filial española de la lusa Martifer, ha captado toda la energía que se puede evacuar en ese polígono industrial y ha llegado a un preacuerdo para que "cuando se pueda evacuar más energía a la red en próximas ampliaciones del polígono, puedan llevar a cabo más instalaciones".
Como la potencia máxima por instalación permitida en España es de dos megavatios para entrar dentro del registro, la empresa ha dividido la instalación en cuatro diferentes que llevan la energía hasta dos puntos del polígono donde vuelcan a la red."
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Martifer Solar ganha contrato de 30 milhões em Cabo Verde
A Martifer Solar assinou um contrato no valor de 30 milhões de euros com o Ministério da Economia, Crescimento e Competitividade de Cabo Verde para o fornecimento e instalação de dois parques de energia solar nas ilhas do Sal e Santiago, informou a empresa do grupo Martifer em comunicado. (...) As centrais fotovoltaicas têm um prazo de conclusão de sete meses e, segundo a Martifer, quando forem inauguradas serão "as duas maiores centrais fotovoltaicas do continente africano". A de Santiago terá uma potência de 5 megawatts (MW), enquanto a do Sal contará com 2,5 MW.
A Martifer Solar assinou um contrato no valor de 30 milhões de euros com o Ministério da Economia, Crescimento e Competitividade de Cabo Verde para o fornecimento e instalação de dois parques de energia solar nas ilhas do Sal e Santiago, informou a empresa do grupo Martifer em comunicado. (...) As centrais fotovoltaicas têm um prazo de conclusão de sete meses e, segundo a Martifer, quando forem inauguradas serão "as duas maiores centrais fotovoltaicas do continente africano". A de Santiago terá uma potência de 5 megawatts (MW), enquanto a do Sal contará com 2,5 MW.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Martifer Solar's 50MW Automated Module Production Line Completed
Martifer Solar and Spire Corporation jointly announced that Martifer Solar accepted last month Spire's 50 MW per year automated module production. Both Spire and Martifer are fully satisfied with the performance of the Portuguese company's photovoltaic factory. The fully automated turnkey module manufacturing line uses robotic systems for material handling and processing. (...) Spire has successfully automated the steps that are typically done manually. These included automation of string bussing, encapsulate trimming, module framing, junction box attachment, hi-pot testing and module simulation characterization.
Martifer Solar and Spire Corporation jointly announced that Martifer Solar accepted last month Spire's 50 MW per year automated module production. Both Spire and Martifer are fully satisfied with the performance of the Portuguese company's photovoltaic factory. The fully automated turnkey module manufacturing line uses robotic systems for material handling and processing. (...) Spire has successfully automated the steps that are typically done manually. These included automation of string bussing, encapsulate trimming, module framing, junction box attachment, hi-pot testing and module simulation characterization.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Irmãos Martins e Vaz Guedes aliam-se no negócio do solar
Na semana em que arrancam os incentivos à compra de painéis solares térmicos, a indústria do sector agita-se.
A parceria entre o grupo dos irmãos Martins e a Ao Sol, que Diogo Vaz Guedes [o gestor que vendeu o grupo Somague aos espanhóis da Sacyr Vallhermoso] comprou há mais de três anos à Galp Energia está a ser negociada, e poderá levar mesmo a uma fusão desta com a primeira, segundo admitem fontes do mercado. [...] Outra grande empresa considerada favorecida pela medida do Governo é a Vulcano, do grupo alemão Bosch, que foi, aliás, a primeira a manifestar a sua satisfação pela iniciativa do executivo, logo após o seu anúncio.
A Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISolar) poderá avançar com uma providência cautelar contra os novos incentivos do Governo aos painéis solares; e os fornecedores austríacos, que representam uma boa parte do mercado, poderão também contestar a medida anunciada por José Sócrates há pouco mais de duas semanas no Parlamento. [Estão] contra a lista de condições de acesso aos incentivos por parte das empresas, sobretudo o ponto que obriga a empresa a uma capacidade de produção e instalação anual acima de 50 mil metros quadrados de colectores solares. [...] De acordo com as contas das próprias empresas, apenas a Vulcano estaria teoricamente em condições de aceder aos subsídios. A empresa diz ter produzido no ano passado 160 mil metros quadrados de colectores solares. Quanto à Ao Sol, diz instalar anualmente entre seis mil e oito mil metros quadrados.
Na semana em que arrancam os incentivos à compra de painéis solares térmicos, a indústria do sector agita-se.
A parceria entre o grupo dos irmãos Martins e a Ao Sol, que Diogo Vaz Guedes [o gestor que vendeu o grupo Somague aos espanhóis da Sacyr Vallhermoso] comprou há mais de três anos à Galp Energia está a ser negociada, e poderá levar mesmo a uma fusão desta com a primeira, segundo admitem fontes do mercado. [...] Outra grande empresa considerada favorecida pela medida do Governo é a Vulcano, do grupo alemão Bosch, que foi, aliás, a primeira a manifestar a sua satisfação pela iniciativa do executivo, logo após o seu anúncio.
A Associação Portuguesa da Indústria Solar (APISolar) poderá avançar com uma providência cautelar contra os novos incentivos do Governo aos painéis solares; e os fornecedores austríacos, que representam uma boa parte do mercado, poderão também contestar a medida anunciada por José Sócrates há pouco mais de duas semanas no Parlamento. [Estão] contra a lista de condições de acesso aos incentivos por parte das empresas, sobretudo o ponto que obriga a empresa a uma capacidade de produção e instalação anual acima de 50 mil metros quadrados de colectores solares. [...] De acordo com as contas das próprias empresas, apenas a Vulcano estaria teoricamente em condições de aceder aos subsídios. A empresa diz ter produzido no ano passado 160 mil metros quadrados de colectores solares. Quanto à Ao Sol, diz instalar anualmente entre seis mil e oito mil metros quadrados.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Martifer arranca com projecto de 150 milhões de euros na Bélgica
A empresa portuguesa Martifer inicia em Outubro a montagem de parques de painéis solares para produção de energia eléctrica na Bélgica (...) com a duração de três anos, prevê uma capacidade total de produção de electricidade de 30 MW.
A empresa portuguesa Martifer inicia em Outubro a montagem de parques de painéis solares para produção de energia eléctrica na Bélgica (...) com a duração de três anos, prevê uma capacidade total de produção de electricidade de 30 MW.
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