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O sistema de produção e distribuição de energia solar em Monte Trigo, na ilha de Santo Antão, projecto que contou com o financiamento da União Europeia, vai ser inaugurado dia 13 de Agosto corrente, informou a agência noticiosa cabo-verdiana Inforpress. A inauguração desta central, que funciona em regime experimental desde Fevereiro passado, acontece no mesmo dia em que será lançada a primeira pedra para o projecto de interligação energética para o Tarrafal, zona vizinha de Monte Trigo, projecto igualmente financiado pela União Europeia.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Martifer finishes installation of 2.5 MW PV park in Ilha do Sal in Cape Verde
Martifer and the Ministry of Economy, Growth and Competitiveness of Cape Verde (MECC) has inaugurated today the first of two solar parks contracted in January. The Prime Minister of Cape Verde, Dr. José Maria das Neves, presided the inauguration ceremony.
Installed on fixed structures, this park, located in Ilha do Sal, is a turnkey project entirely developed by Martifer Solar and it uses PV panels produced in its plant in Oliveira de Frades, Portugal. The installation occupies an area of 9.75 hectares and has 2.5 MW peak power, with the possibility of a 2.5 MW expansion capacity until 2014. This park, so far is the biggest PV Central in the African continent. The second park, which will be inaugurated in November, is located in Ilha de Santiago and will have 5MW peak power capacity.
Installed on fixed structures, this park, located in Ilha do Sal, is a turnkey project entirely developed by Martifer Solar and it uses PV panels produced in its plant in Oliveira de Frades, Portugal. The installation occupies an area of 9.75 hectares and has 2.5 MW peak power, with the possibility of a 2.5 MW expansion capacity until 2014. This park, so far is the biggest PV Central in the African continent. The second park, which will be inaugurated in November, is located in Ilha de Santiago and will have 5MW peak power capacity.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
CaboVerde - Oposição critica investimentos do governo em energias renováveis
Notícias Lusofonas
O Movimento para a Democracia (MpD, maior partido da oposição em Cabo Verde) criticou hoje as opções do governo no sector das energias renováveis, que considera terem sido implementadas “sem transparência” (...) José Luís Livramento, membro da comissão política nacional do MpD, referia-se aos projectos de construção de quatro parques eólicos já anunciados pelo Governo cabo-verdiano e cuja construção deverá ter inicio este mês (...)[e] outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW). (...) “Em final de mandato vem o PAICV correr atrás das energias renováveis, dar por contrato boca a boca a uma empresa, num concurso sem transparência e pondo em causa o próprio contrato de crédito assinado com o governo português e a nível técnico com grandes interrogações” salientou.
Os cortes de energia eléctrica na capital cabo-verdiana e em alguns municípios do interior da ilha de Santiago têm sido frequentes nos últimos dias. A Electra, empresa de produção e distribuição de energia, explicou os apagões devem-se a avarias registadas nos equipamentos. A qualidade dos serviços piorou, com frequência e a duração dos cortes de energia a aumentar, chegando os apagões, em 2009, a 120 horas por mês. Isto é, Cabo Verde esteve na escuridão, o equivalente a uma dia em cada semana”, avançou.
O Movimento para a Democracia (MpD, maior partido da oposição em Cabo Verde) criticou hoje as opções do governo no sector das energias renováveis, que considera terem sido implementadas “sem transparência” (...) José Luís Livramento, membro da comissão política nacional do MpD, referia-se aos projectos de construção de quatro parques eólicos já anunciados pelo Governo cabo-verdiano e cuja construção deverá ter inicio este mês (...)[e] outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW). (...) “Em final de mandato vem o PAICV correr atrás das energias renováveis, dar por contrato boca a boca a uma empresa, num concurso sem transparência e pondo em causa o próprio contrato de crédito assinado com o governo português e a nível técnico com grandes interrogações” salientou.
Os cortes de energia eléctrica na capital cabo-verdiana e em alguns municípios do interior da ilha de Santiago têm sido frequentes nos últimos dias. A Electra, empresa de produção e distribuição de energia, explicou os apagões devem-se a avarias registadas nos equipamentos. A qualidade dos serviços piorou, com frequência e a duração dos cortes de energia a aumentar, chegando os apagões, em 2009, a 120 horas por mês. Isto é, Cabo Verde esteve na escuridão, o equivalente a uma dia em cada semana”, avançou.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Construção do parque eólico da ilha de Santiago arranca em Agosto
Notícias de Cabo Verde | Noticias de Cabo Verde, Portugal e países de língua portuguesa e comunidades portuguesas
Cabo Verde vai instalar quatro parques eólicos em outras tantas ilhas, com potência instalada de 28 megawatts, orçados em 84 milhões de dólares (70 milhões de euros), com as obras do primeiro, em Santiago, a arrancarem em Agosto. (...) Os quatro projectos – na Cidade da Praia (10MW), São Vicente (6MW), Sal (8MW) e Boavista (4MW) – estão a ser desenvolvidos pela Cabeólica, empresa mista integrada pelo Estado de Cabo Verde, Electra (empresa pública da distribuição de água e electricidade) e a InfraCO, uma entidade empresarial de doadores internacionais, que inclui, entre outros, o Banco Mundial (BM). Os projectos enquadram-se na estratégia do Governo cabo-verdiano em fazer subir a taxa de penetração das energias renováveis no arquipélago para os 25 por cento até 2020 – actualmente atinge apenas 2,3 por cento.
Até ao final de 2011, o Executivo de José Maria Neves pretende subir a taxa de penetração das renováveis para valores entre os 3,8 e os 4 por cento, tendo em conta que estão já em curso outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW).
Assim que os projectos da Cabeólica e da Martifer estiverem concluídos, o que se prevê para finais de 2011, no primeiro caso, e ainda este ano, no segundo, Cabo Verde ficará com uma potência instalada de 35,5 megawatts, reduzindo significativamente a dependência do petróleo para fins energéticos e as emissões de dióxido de carbono.
O director geral da Energia cabo-verdiano, Abraão Lopes, relembrou que, por cada megawatt de potência, o Estado reduz as despesas com petróleo na ordem dos 30 milhões de escudos (272 mil euros), o que, multiplicado por 35,5 megawatts, levará, teoricamente, a uma poupança anual de 9,6 milhões de euros só em combustível. (...) Os especialistas do sector têm repectidamente afirmado que Cabo Verde tem “grande potencial” de energias renováveis – eólica, solar e geotérmica -, e o Governo cabo-verdiano atribuiu à Martifer um estudo neste domínio, que se prolongará até ao fim do ano, para determinar o que poderá mais ser feito. A ideia do Executivo cabo-verdiano é ter uma potência instalada de tal forma elevada, que permita garantir 25 por cento do consumo energético total do arquipélago até 2020, com a particularidade de a ilha mais pequena, Brava, poder tornar-se 100 por cento renovável se se comprovar a viabilidade de um projecto em estudo.
Cabo Verde vai instalar quatro parques eólicos em outras tantas ilhas, com potência instalada de 28 megawatts, orçados em 84 milhões de dólares (70 milhões de euros), com as obras do primeiro, em Santiago, a arrancarem em Agosto. (...) Os quatro projectos – na Cidade da Praia (10MW), São Vicente (6MW), Sal (8MW) e Boavista (4MW) – estão a ser desenvolvidos pela Cabeólica, empresa mista integrada pelo Estado de Cabo Verde, Electra (empresa pública da distribuição de água e electricidade) e a InfraCO, uma entidade empresarial de doadores internacionais, que inclui, entre outros, o Banco Mundial (BM). Os projectos enquadram-se na estratégia do Governo cabo-verdiano em fazer subir a taxa de penetração das energias renováveis no arquipélago para os 25 por cento até 2020 – actualmente atinge apenas 2,3 por cento.
Até ao final de 2011, o Executivo de José Maria Neves pretende subir a taxa de penetração das renováveis para valores entre os 3,8 e os 4 por cento, tendo em conta que estão já em curso outros projectos ligados à construção de dois parques fotovoltaicos, através da empresa portuguesa Martifer, que pretende instalá-los em Santiago (5MW) e no Sal (2,5MW).
Assim que os projectos da Cabeólica e da Martifer estiverem concluídos, o que se prevê para finais de 2011, no primeiro caso, e ainda este ano, no segundo, Cabo Verde ficará com uma potência instalada de 35,5 megawatts, reduzindo significativamente a dependência do petróleo para fins energéticos e as emissões de dióxido de carbono.
O director geral da Energia cabo-verdiano, Abraão Lopes, relembrou que, por cada megawatt de potência, o Estado reduz as despesas com petróleo na ordem dos 30 milhões de escudos (272 mil euros), o que, multiplicado por 35,5 megawatts, levará, teoricamente, a uma poupança anual de 9,6 milhões de euros só em combustível. (...) Os especialistas do sector têm repectidamente afirmado que Cabo Verde tem “grande potencial” de energias renováveis – eólica, solar e geotérmica -, e o Governo cabo-verdiano atribuiu à Martifer um estudo neste domínio, que se prolongará até ao fim do ano, para determinar o que poderá mais ser feito. A ideia do Executivo cabo-verdiano é ter uma potência instalada de tal forma elevada, que permita garantir 25 por cento do consumo energético total do arquipélago até 2020, com a particularidade de a ilha mais pequena, Brava, poder tornar-se 100 por cento renovável se se comprovar a viabilidade de um projecto em estudo.
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