terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
The Great Solar Trade Wall
a review on Greentech and some examples
- India Solar Rules Burn U.S. - U.S. Commerce Secretary Gary Locke said he conveyed a "message of great concern" to Indian officials Monday about the country's restrictions on imports of solar-power technology, rules that are making it difficult for U.S. firms to enter one of the world's fastest-growing solar-energy markets.
- New Law Forces Pentagon to Buy American Solar Panels - A new military authorization bill signed by President Obama forces the Pentagon to buy only American solar panels. The defense authorization act, officially H.R. 6523, or the Ike Skelton National Defense Authorization Act for Fiscal Year 2011, became law on Jan. 7 and specifically forbids the Department of Defense from procuring foreign solar panels, or specifically, “photovoltaic devices.”
- Union Accuses China of Illegal Clean Energy Subsidies - A broad trade case filed on Thursday by an American labor union, accusing China of unfairly subsidizing its clean energy industry, pressed a hot-button jobs issue in the United States during a Congressional election season.
- French government suspended imports of components for PV electricity price subsidies - Recently, the French Secretary of State for Environmental Affairs, Natalie. Section Revised Skoda. Morrissey (Nathalie Kosciusko-Morizet) announced that it will cease to 3KW solar photovoltaic equipment issued more than three months of electricity price subsidies, a move reportedly the main is due to components used in equipment, mostly from China. Bloomberg report quoted Division Revised 斯柯莫里塞 radio news in France (France Info radio) of a program, then, "We want to create green jobs for the French, and not to subsidize the development of Chinese economy ."
- Ontario's Green Energy Push Draws Fire From Japan, U.S. and E.U. - On Sept. 16, Japan filed a formal complaint with the WTO against Canada over Ontario’s green energy policies. They “discriminate against equipment for renewable energy generation facilities produced outside Ontario, and also constitute a prohibited subsidy,” according to the official complaint.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ministra portuguesa do Ambiente inaugura sistema de energia solar na Guiné Bissau
Angola Press
A ministra do Ambiente de Portugal, Dulce Pássaro, terminou hoje (sexta-feira) a sua visita à Guiné-Bissau com a inauguração do sistema de painéis solares para fornecimento de energia eléctrica à Faculdade de Direito de Bissau. (...) O sistema de painéis solares instalado na Faculdade de Direito de Bissau foi financiado pelo Ministério do Ambiente português. Para o secretário de Estado do Ensino da Guiné-Bissau, Besna na Fonte, o fornecimento de energia eléctrica naquele estabelecimento de ensino é "mais um passo no cumprimento" dos objectivos do governo para a educação. Um desses objectivos é "fazer chegar a todos os nossos alunos condições para que possam aprender. Isto vai permitir prolongar sessões e trabalhar à vontade", afirmou.
A ministra do Ambiente de Portugal, Dulce Pássaro, terminou hoje (sexta-feira) a sua visita à Guiné-Bissau com a inauguração do sistema de painéis solares para fornecimento de energia eléctrica à Faculdade de Direito de Bissau. (...) O sistema de painéis solares instalado na Faculdade de Direito de Bissau foi financiado pelo Ministério do Ambiente português. Para o secretário de Estado do Ensino da Guiné-Bissau, Besna na Fonte, o fornecimento de energia eléctrica naquele estabelecimento de ensino é "mais um passo no cumprimento" dos objectivos do governo para a educação. Um desses objectivos é "fazer chegar a todos os nossos alunos condições para que possam aprender. Isto vai permitir prolongar sessões e trabalhar à vontade", afirmou.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Eletricidade portuguesa mais barata do que na média da UE
Expresso.pt
O regulador português dos serviços energéticos diz que no primeiro semestre de 2010 os preços da eletricidade efectivamente pagos pelos consumidores domésticos portugueses (com impostos) ficaram 2,6% abaixo da média da União Europeia (UE-27), de acordo com dados do Eurostat.
Relativamente ao preços praticados em Espanha, a eletricidade vendida em Portugal registou preços 8,7% inferiores, segundo a mesma fonte.
Os consumidores domésticos portugueses pagaram no primeiro semestre de 2010 um preço médio global de €0,1694 por kWh, enquanto os espanhois paragam €0,1855 por kWh, refere o regulador português.
O regulador português dos serviços energéticos diz que no primeiro semestre de 2010 os preços da eletricidade efectivamente pagos pelos consumidores domésticos portugueses (com impostos) ficaram 2,6% abaixo da média da União Europeia (UE-27), de acordo com dados do Eurostat.
Relativamente ao preços praticados em Espanha, a eletricidade vendida em Portugal registou preços 8,7% inferiores, segundo a mesma fonte.
Os consumidores domésticos portugueses pagaram no primeiro semestre de 2010 um preço médio global de €0,1694 por kWh, enquanto os espanhois paragam €0,1855 por kWh, refere o regulador português.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Universidade de Évora vai criar Instituto Português de Energia
Expresso.pt
O reitor da Universidade de Évora (UÉvora), Carlos Braumann, adiantou hoje à agência Lusa que a criação do Instituto Português de Energia Solar se insere na aposta nas energias renováveis por parte da academia alentejana. A iniciativa [anunciada num colóquio realizado no âmbito da Cátedra BES Energias Renováveis da UÉvora] explicou o reitor, "vai servir para fazer o ponto da situação dos últimos desenvolvimentos tecnológicos" relacionados com energia solar e, ao mesmo tempo, "para lançar a pedra de criação do instituto". Dentro de "uns meses", a academia pretende ter já "um projeto mais detalhado" do Instituto Português de Energia Solar, para ser submetido à "avaliação das entidades governamentais".
(...) O secretário de Estado Carlos Zorrinho lembrou à Lusa que o Alentejo "tem condições muito favoráveis" para a instalação de tecnologia solar e que, dos 18 projetos nacionais de teste lançados recentemente pela Direcção-Geral de Energia e Geologia, "parte muito significativa" escolheu localizar-se no concelho de Évora.
O reitor da Universidade de Évora (UÉvora), Carlos Braumann, adiantou hoje à agência Lusa que a criação do Instituto Português de Energia Solar se insere na aposta nas energias renováveis por parte da academia alentejana. A iniciativa [anunciada num colóquio realizado no âmbito da Cátedra BES Energias Renováveis da UÉvora] explicou o reitor, "vai servir para fazer o ponto da situação dos últimos desenvolvimentos tecnológicos" relacionados com energia solar e, ao mesmo tempo, "para lançar a pedra de criação do instituto". Dentro de "uns meses", a academia pretende ter já "um projeto mais detalhado" do Instituto Português de Energia Solar, para ser submetido à "avaliação das entidades governamentais".
(...) O secretário de Estado Carlos Zorrinho lembrou à Lusa que o Alentejo "tem condições muito favoráveis" para a instalação de tecnologia solar e que, dos 18 projetos nacionais de teste lançados recentemente pela Direcção-Geral de Energia e Geologia, "parte muito significativa" escolheu localizar-se no concelho de Évora.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
China já é o maior produtor mundial de energia eólica
Ecosfera - PUBLICO.PT
A China já é o país que mais aproveita a energia do vento. O gigante asiático ultrapassou os Estados Unidos e ocupa, agora, a primeira posição em capacidade instalada de energia eólica. No total, os parques eólicos chineses somam já 41.800 megawatts (MW) de potência. (...) Em 2010, o consumo de energia eléctrica no país subiu 14,6 por cento, segundo dados divulgados hoje pelo Conselho de Electricidade da China, citados pela agência Xinhua. Cerca de um quarto da electricidade (26,5 por cento) é gerada por fontes não-fósseis – hidroeléctricas (22,2 por cento), eólicas (3,2 por cento) e nuclear (1,1 por cento).
A China já domina a maior parte do mercado mundial de painéis solares. Na energia eólica, parte dos aerogeradores instalados na China são produzidos no próprio país, mas ainda são os europeus que lideram o mercado. “É uma questão de tempo”, avalia Carlos Pimenta. “Com o actual ritmo de crescimento, a minha previsão é que aconteça no eólico o mesmo que aconteceu no solar”, completa.
A China já é o país que mais aproveita a energia do vento. O gigante asiático ultrapassou os Estados Unidos e ocupa, agora, a primeira posição em capacidade instalada de energia eólica. No total, os parques eólicos chineses somam já 41.800 megawatts (MW) de potência. (...) Em 2010, o consumo de energia eléctrica no país subiu 14,6 por cento, segundo dados divulgados hoje pelo Conselho de Electricidade da China, citados pela agência Xinhua. Cerca de um quarto da electricidade (26,5 por cento) é gerada por fontes não-fósseis – hidroeléctricas (22,2 por cento), eólicas (3,2 por cento) e nuclear (1,1 por cento).
A China já domina a maior parte do mercado mundial de painéis solares. Na energia eólica, parte dos aerogeradores instalados na China são produzidos no próprio país, mas ainda são os europeus que lideram o mercado. “É uma questão de tempo”, avalia Carlos Pimenta. “Com o actual ritmo de crescimento, a minha previsão é que aconteça no eólico o mesmo que aconteceu no solar”, completa.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Universidade austríaca oferece carregamento gratuito a bicicletas eléctricas
Green Savers
A Energie Graz, na Áustria, ofereceu um posto de carregamento gratuito à Universidade de Graz, para os estudantes ou funcionários académicos que usam bicicletas eléctricas. O local está equipado com cacifos, para que cada utilizador possa ir para as aulas ou para o trabalho sem ter que preocupar-se com a segurança da sua bateria. Dos 27 mil estudantes no campus austríaco, 85% vão para as aulas num transporte alternativo, que não o automóvel, sendo que as bicicletas eléctricas são uma das escolhas mais populares. Na próxima década, crê-se que o número de “e-bicicletas” aumente exponencialmente, de 2.750 para 400 mil unidades. Por esse motivo, este tipo de meio de transporte tem sido reconhecido e premiado de diversas formas, assim como os carros eléctricos e os veículos híbridos. A Energie Graz está a planear, inclusivamente, levar a iniciativa até aos hotéis, centros comerciais e parques de estacionamento da localidade, inclusivamente os parques empresariais, adianta o Spring Wise.
A Energie Graz, na Áustria, ofereceu um posto de carregamento gratuito à Universidade de Graz, para os estudantes ou funcionários académicos que usam bicicletas eléctricas. O local está equipado com cacifos, para que cada utilizador possa ir para as aulas ou para o trabalho sem ter que preocupar-se com a segurança da sua bateria. Dos 27 mil estudantes no campus austríaco, 85% vão para as aulas num transporte alternativo, que não o automóvel, sendo que as bicicletas eléctricas são uma das escolhas mais populares. Na próxima década, crê-se que o número de “e-bicicletas” aumente exponencialmente, de 2.750 para 400 mil unidades. Por esse motivo, este tipo de meio de transporte tem sido reconhecido e premiado de diversas formas, assim como os carros eléctricos e os veículos híbridos. A Energie Graz está a planear, inclusivamente, levar a iniciativa até aos hotéis, centros comerciais e parques de estacionamento da localidade, inclusivamente os parques empresariais, adianta o Spring Wise.
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