Solar panel factory sees the sun again
SilexSolar, a subsidiary of the Australian uranium enrichment group Silex Systems, bought the plant cheaply from BP Solar last year after the latter decided to obtain its solar panels from China. (...) SilexSolar's acquisition of BP Solar's assets followed the takeover of Australian solar energy pioneer Ausra by the world's largest nuclear power company, Areva. (...) But the purchase leaves households interested in buying solar panels with a dilemma: by buying Australian-made panels, they are indirectly investing in nuclear energy as well.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Spanish Solar-Panel Trade Group Calls for Fraud Investigation
A Spanish trade group called on authorities to investigate possible fraud among solar-power generators after a news report said that some were getting paid for producing power at night. (...) Preliminary evidence shows some solar stations may have run diesel-burning generators and sold the output as solar power, which earns several times more than electricity from fossil fuels, El Mundo said, citing unidentified people from the energy industry. The power grid received 4,500 megawatt-hours of power from midnight to 7 a.m. in the months audited, El Mundo said.
A Spanish trade group called on authorities to investigate possible fraud among solar-power generators after a news report said that some were getting paid for producing power at night. (...) Preliminary evidence shows some solar stations may have run diesel-burning generators and sold the output as solar power, which earns several times more than electricity from fossil fuels, El Mundo said, citing unidentified people from the energy industry. The power grid received 4,500 megawatt-hours of power from midnight to 7 a.m. in the months audited, El Mundo said.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Magpower estuda investimento em fábrica de painéis fotovoltaicos em Macau
A empresa portuguesa Magpower está a estudar a possibilidade de criar em Macau uma unidade produtiva da terceira geração de painéis fotovoltaicos para servir o mercado da China. (...) “Vamos usar a universidade para o teste do protótipo da segunda fase do nosso produto, que nos permita consolidar uma capacidade local tecnológica para, de uma forma mais consistente, trabalharmos o mercado chinês”, disse o responsável.
A empresa portuguesa Magpower está a estudar a possibilidade de criar em Macau uma unidade produtiva da terceira geração de painéis fotovoltaicos para servir o mercado da China. (...) “Vamos usar a universidade para o teste do protótipo da segunda fase do nosso produto, que nos permita consolidar uma capacidade local tecnológica para, de uma forma mais consistente, trabalharmos o mercado chinês”, disse o responsável.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Manifesto por uma nova política energética em Portugal
Uma lista de notáveis subscreve um manifesto para uma nova política energética em Portugal, leia-se nucelar em vez de renováveis.
Reacções interessantes no ambio, que parece aceitar a reivindicação que a energia nuclear poderia ser mais barata, e Jorge Vasconcelos no jornal Público [reservado a assinantes; o texto completo está disponível aqui].
Também vale a pena ler o editorial do Jornal de Negócios de hoje: Não há mal em defender o nuclear. Ou um negócio. Mas há mal em ser sonso. E incoerente: há quem tenha assinado este manifesto sem que a tinta com que assinou outro, contra as obras públicas, tenha secado. Sendo que o anterior está contra grandes projectos que aumentem o endividamento e as importações na sua construção e este está a favor de grandes projectos que aumentam o endividamento e as importações na sua construção. Central nuclear é importação pura, da concepção à construção. Talvez fosse uma maneira de compensar os franceses dos submarinos que preterimos.
Reacções interessantes no ambio, que parece aceitar a reivindicação que a energia nuclear poderia ser mais barata, e Jorge Vasconcelos no jornal Público [reservado a assinantes; o texto completo está disponível aqui].
Também vale a pena ler o editorial do Jornal de Negócios de hoje: Não há mal em defender o nuclear. Ou um negócio. Mas há mal em ser sonso. E incoerente: há quem tenha assinado este manifesto sem que a tinta com que assinou outro, contra as obras públicas, tenha secado. Sendo que o anterior está contra grandes projectos que aumentem o endividamento e as importações na sua construção e este está a favor de grandes projectos que aumentam o endividamento e as importações na sua construção. Central nuclear é importação pura, da concepção à construção. Talvez fosse uma maneira de compensar os franceses dos submarinos que preterimos.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Search engines' dirty secret
IT research firm Gartner estimates Google's data centres contain nearly a million servers, each drawing about 1 kilowatt of electricity. So every hour Google's engine burns through 1 million kilowatt-hours. Google serves up approximately 10 million search results per hour, so one search has the same energy cost as turning on a 100-watt light bulb for an hour.
texto completo
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Morocco to Solar-Power Nearly Half its Kingdom
Morocco will invest $9 billion upfront to build 2 Gigawatts of solar power, distributed between 5 solar power plants, by 2020. The 2 GW is enough to supply 40% of the nation’s electricity. (...) The five plants are to be built sequentially, with the first one starting up in 2015, saving money right away, by beginning to cut Moroccan dependence on foreign oil and gas imports from nearby neighbours.(...) The Moroccan government is mobilizing multiple financing sources, and partnering with the World Bank, the European Commission and Desertec to bring about this promise for a future of clean solar power.
Morocco will invest $9 billion upfront to build 2 Gigawatts of solar power, distributed between 5 solar power plants, by 2020. The 2 GW is enough to supply 40% of the nation’s electricity. (...) The five plants are to be built sequentially, with the first one starting up in 2015, saving money right away, by beginning to cut Moroccan dependence on foreign oil and gas imports from nearby neighbours.(...) The Moroccan government is mobilizing multiple financing sources, and partnering with the World Bank, the European Commission and Desertec to bring about this promise for a future of clean solar power.
Autoeuropa vai ter central de concentração solar
A Volkswagen assinou um protocolo de colaboração com a WS Energia e a Academia de Formação da Autoeuropa (ATEC) para implementação de uma central de concentração solar na unidade de Palmela. De acordo com um comunicado emitido pela VW Autoeuropa, o equipamento que será instalado poderá concentrar até 10 megawatts e promover a racionalização e melhoramento da eficiência energética.
A Volkswagen assinou um protocolo de colaboração com a WS Energia e a Academia de Formação da Autoeuropa (ATEC) para implementação de uma central de concentração solar na unidade de Palmela. De acordo com um comunicado emitido pela VW Autoeuropa, o equipamento que será instalado poderá concentrar até 10 megawatts e promover a racionalização e melhoramento da eficiência energética.
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