SunPower Announces Efficiency Record
SunPower announced today that it produced a full-scale solar cell in one of its factories in the Philippines that can convert 24.2 percent of the sunlight that strikes it into electricity, which constitutes a record in the industry. (...) The new record cell was produced using the same basic technology SunPower uses in its production line today [22 percent efficiency modules].
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Governo promete subir metas para potência solar se os custos baixarem
O Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER), que o Governo entregará a Bruxelas este mês, gerou preocupação na indústria solar. O plano fixa para 2020 uma meta de 1.500 megawatts (MW) de potência solar em Portugal, mas as associações do sector dizem que é possível chegar a 2.500 MW. O secretário de Estado da Energia, Carlos Zorrinho, admite que esse objectivo é viável. "Sempre dissemos que os 1.500 MW de fotovoltaicas são a base de partida, mas se verificarmos ganhos tecnológicos ambicionamos chegar aos 2.500 MW. O compromisso que assumo é que caso haja uma evolução tecnológica forte, com reflexos nos preços, a nossa meta será revista em alta", disse Carlos Zorrinho ao Negócios.
O Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER), que o Governo entregará a Bruxelas este mês, gerou preocupação na indústria solar. O plano fixa para 2020 uma meta de 1.500 megawatts (MW) de potência solar em Portugal, mas as associações do sector dizem que é possível chegar a 2.500 MW. O secretário de Estado da Energia, Carlos Zorrinho, admite que esse objectivo é viável. "Sempre dissemos que os 1.500 MW de fotovoltaicas são a base de partida, mas se verificarmos ganhos tecnológicos ambicionamos chegar aos 2.500 MW. O compromisso que assumo é que caso haja uma evolução tecnológica forte, com reflexos nos preços, a nossa meta será revista em alta", disse Carlos Zorrinho ao Negócios.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Alterações ao regime da microgeração apresentadas ao sector
Uma nova proposta de legislação para a microgeração foi apresentada pelo Governo este mês, para consulta directa às entidades relevantes. As associações do sector e outros organismos têm até terça-feira para se pronunciar sobre as novas regras, que incluem uma tarifa mais baixa e a exigência de uma taxa para o registo de microprodutores.
Uma nova proposta de legislação para a microgeração foi apresentada pelo Governo este mês, para consulta directa às entidades relevantes. As associações do sector e outros organismos têm até terça-feira para se pronunciar sobre as novas regras, que incluem uma tarifa mais baixa e a exigência de uma taxa para o registo de microprodutores.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Governo aumenta apoios a entidades do sector social, PMEs e centros escolares com renováveis
«O Governo decidiu abrir um concurso para aprofundar a medida ‘Solar Térmico’ no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), tendo em vista desenvolver o aquecimento a partir da energia solar junto de entidades privadas sem fins lucrativos e de outras entidades não governamentais do sector social», anunciou Vieira da Silva [ministro da Economia]. «Este concurso, que estará ao dispor das entidades interessadas dentro de duas semanas, destina-se a promover a instalação de cerca de 115 mil metros quadrados de painéis de energia solar térmica. Trata-se de um investimento global na ordem dos 70 milhões de euros, com investimento público – com origem no QREN – na ordem dos 50 milhões de euros».
Vieira da Silva salientou que já está também em marcha um processo de candidaturas, que decorrem até 31 de Agosto deste ano, para apoios a pequenas e médias empresas na utilização de energias renováveis, ou para a promoção da eficiência energética (...) [estando] previsto, numa primeira fase, um investimento de cerca de 16 milhões de euros, os quais terão um apoio público de 9,5 milhões de euros.
«No âmbito dos centros escolares, foram disponibilizados apoios suplementares para a introdução de medidas de eficiência energética, que incluiu igualmente o domínio do solar térmico.
«O Governo decidiu abrir um concurso para aprofundar a medida ‘Solar Térmico’ no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), tendo em vista desenvolver o aquecimento a partir da energia solar junto de entidades privadas sem fins lucrativos e de outras entidades não governamentais do sector social», anunciou Vieira da Silva [ministro da Economia]. «Este concurso, que estará ao dispor das entidades interessadas dentro de duas semanas, destina-se a promover a instalação de cerca de 115 mil metros quadrados de painéis de energia solar térmica. Trata-se de um investimento global na ordem dos 70 milhões de euros, com investimento público – com origem no QREN – na ordem dos 50 milhões de euros».
Vieira da Silva salientou que já está também em marcha um processo de candidaturas, que decorrem até 31 de Agosto deste ano, para apoios a pequenas e médias empresas na utilização de energias renováveis, ou para a promoção da eficiência energética (...) [estando] previsto, numa primeira fase, um investimento de cerca de 16 milhões de euros, os quais terão um apoio público de 9,5 milhões de euros.
«No âmbito dos centros escolares, foram disponibilizados apoios suplementares para a introdução de medidas de eficiência energética, que incluiu igualmente o domínio do solar térmico.
Óculos escuros usam energia solar para abastecer gadgets
A função primária dos óculos escuros é a de proteger os olhos dos poderosos raios solares, mas além de ser uma ferramenta de segurança ou de estética, não há nenhuma outra função declarada do objeto. Os designers sul-coreanos Hyun-Joong Kim e Kwang-Seok Jeong prezaram pela sustentabilidade e resolveram ir além: desenvolveram o SIG, ou Self-energy Converting Sunglasses. A ideia é não desperdiçar a luz solar que incide nos óculos e cultivá-la, transformando-a em energia elétrica para alimentar qualquer gadget que o usuário possua, como telefones celulares ou tocadores de mp3. A saída de energia fica escondida atrás da perna do óculos que usa nanotecnologia para funcionar: as lentes são tingidas com uma tinta especial que possui nanocélulas solares que se encarregam de converter a luz do sol em energia elétrica.
A função primária dos óculos escuros é a de proteger os olhos dos poderosos raios solares, mas além de ser uma ferramenta de segurança ou de estética, não há nenhuma outra função declarada do objeto. Os designers sul-coreanos Hyun-Joong Kim e Kwang-Seok Jeong prezaram pela sustentabilidade e resolveram ir além: desenvolveram o SIG, ou Self-energy Converting Sunglasses. A ideia é não desperdiçar a luz solar que incide nos óculos e cultivá-la, transformando-a em energia elétrica para alimentar qualquer gadget que o usuário possua, como telefones celulares ou tocadores de mp3. A saída de energia fica escondida atrás da perna do óculos que usa nanotecnologia para funcionar: as lentes são tingidas com uma tinta especial que possui nanocélulas solares que se encarregam de converter a luz do sol em energia elétrica.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Spain To Cut Photovoltaic Solar-Energy Subsidies
The Spanish government has decided to lower subsidies on existing photovoltaic solar-energy plants by 30% (...) The Industry Ministry plans to limit the production hours it subsidizes, so that when plants surpass this limit they will be remunerated at market rates (...) The government estimates the cut will save it EUR840 million.
For new photovoltaic solar plants, the government will cut subsidies by 45% for open-field units and by 25% for rooftop units.
The Spanish government has decided to lower subsidies on existing photovoltaic solar-energy plants by 30% (...) The Industry Ministry plans to limit the production hours it subsidizes, so that when plants surpass this limit they will be remunerated at market rates (...) The government estimates the cut will save it EUR840 million.
For new photovoltaic solar plants, the government will cut subsidies by 45% for open-field units and by 25% for rooftop units.
Concentrador solar térmico/eléctrico ganha concurso inovação da Universidade do Porto
Um projecto inovador de concentração solar com um aproveitamento duplo - térmico e eléctrico - e com rendimentos globais acima dos 70% está em fase de lançamento na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). (...) O projecto - designado EFISTEC (Efficient Solar Technology) - venceu a primeira edição do concurso de ideias e negócio - iUP25K - promovido pela Reitoria da Universidade do Porto. Os seus mentores são Leonel Ramos (aluno do doutoramento em Engenharia Civil) e Hugo Gonçalves (do Programa Doutoral em Engenharia Electrotécnica e Computadores), que arrecadaram o prémio de 15 mil euros e a possibilidade de incubação no Parque de Ciência e Tecnologia da UP. (...) O EFISTEC consiste em módulos de pequena dimensão, com cerca de dois metros quadrados e com um conjunto de pequenos espelhos, num total que pode variar entre 30 e 50. Esses espelhos seguem a orientação solar (...) e enviam os feixes solares para uma pequena torre concentradora, do tamanho de uma antena de televisão. Esse módulo concentrador tem uma eficiência de produção eléctrica entre 30% e 40% e uma eficiência de aquecimento de água de 35%, num total de 75% de eficiência conjunta.
Um projecto inovador de concentração solar com um aproveitamento duplo - térmico e eléctrico - e com rendimentos globais acima dos 70% está em fase de lançamento na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). (...) O projecto - designado EFISTEC (Efficient Solar Technology) - venceu a primeira edição do concurso de ideias e negócio - iUP25K - promovido pela Reitoria da Universidade do Porto. Os seus mentores são Leonel Ramos (aluno do doutoramento em Engenharia Civil) e Hugo Gonçalves (do Programa Doutoral em Engenharia Electrotécnica e Computadores), que arrecadaram o prémio de 15 mil euros e a possibilidade de incubação no Parque de Ciência e Tecnologia da UP. (...) O EFISTEC consiste em módulos de pequena dimensão, com cerca de dois metros quadrados e com um conjunto de pequenos espelhos, num total que pode variar entre 30 e 50. Esses espelhos seguem a orientação solar (...) e enviam os feixes solares para uma pequena torre concentradora, do tamanho de uma antena de televisão. Esse módulo concentrador tem uma eficiência de produção eléctrica entre 30% e 40% e uma eficiência de aquecimento de água de 35%, num total de 75% de eficiência conjunta.
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